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	<title>Isabela Ferro &#8211; RI USP Jr.</title>
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		<title>Comércio Internacional em meio aos Conflitos Armados:</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabela Ferro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 19:20:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dado o momento de acirramento dos conflitos internacionais ampliam-se as análises e perspectivas sobre o mercado. Em meio ao cenário&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dado o momento de acirramento dos conflitos internacionais ampliam-se as análises e perspectivas sobre o mercado.</p>



<p>Em meio ao cenário atual dos conflitos regionais armados, estabelecemos uma pergunta: <em>Quais serão os próximos desafios para o comércio internacional?</em></p>



<p>Dado o contexto vigente, em que Ucrânia e Rússia se <strong>confrontam</strong>, presidentes soberanos são mortos e <strong>sequestrados</strong> e o estreito de Ormuz sofre <strong>bloqueios</strong>, pensamos em quais novas fronteiras se estabeleceram e quais são as novas medidas a serem esperadas para o futuro.&nbsp;</p>



<p>Aqui discutiremos brevemente quais são as <strong>marcações</strong> desses conflitos para o comércio internacional e quais as <strong>perspectivas</strong> no âmbito das relações internacionais são postas e reiteradas no <strong>presente momento</strong>.&nbsp;</p>



<p><strong>Comércio Exterior: fronteiras atuais</strong></p>



<p>No último semestre temos visto reiteradas investidas do governo Donald Trump. O mundo já se encontrava conflitante e em disputas regionais solidificadas, da palestina ao leste europeu havia guerras demarcadas. Contudo, sob um novo posicionamento cada vez mais combativo, Trump tenta desequilibrar ainda mais a balança do desequilíbrio: de tarifas&nbsp; à investidas abertamente ilegais, de acordo com o direito internacional.&nbsp;</p>



<p>Ao longo das últimas décadas, a globalização consolidou <strong>cadeias produtivas altamente integradas</strong> e <strong>dependentes de estabilidade logística</strong> e <strong>cooperação internacional.</strong> Entretanto, os eventos recentes evidenciaram a vulnerabilidade desse modelo. A pandemia de Covid-19 já havia exposto fragilidades estruturais no abastecimento global, especialmente nos setores alimentício, energético e industrial. A partir de 2022, com a guerra na Ucrânia, essas tensões foram aprofundadas.</p>



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<p>Segundo dados da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), o conflito contribuiu significativamente para o <strong>agravamento das pressões inflacionárias globai</strong>s, sobretudo em razão das interrupções nas cadeias de produção ligadas à energia e aos fertilizantes. <strong>Rússia e Ucrânia</strong> ocupam posições estratégicas no <strong>fornecimento internacional de trigo, gás natural e insumos agrícolas</strong>, o que tornou o conflito um fator determinante para a alta dos preços internacionais.</p>



<p>Essa parcela, apenas de 2022, já causava impacto no mercado internacional, agora há luz dos novos problemas: nos encontramos com o cenário nada agradável do <strong>Estreito de Ormuz</strong> e o conflito árabe-israelense, iniciado no ano de 2024 com o conflito na Palestina</p>



<p>Em um cenário internacional marcado pela intensificação de conflitos armados, as guerras contemporâneas não produzem apenas consequências humanitárias e políticas: elas alteram profundamente o funcionamento da economia internacional. <strong>Aumento dos custos logísticos,&nbsp; volatilidade dos mercados energéticos e&nbsp; crescimento das incertezas comerciais</strong> são alguns dos pontos que levam a um questionamento: a <strong>dependência excessiva</strong> de determinados mercados estaria agora no centro da discussão sobre risco estratégico?&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Países e empresas têm buscado <strong>diversificar fornecedores, reduzir vulnerabilidades externas e aproximar centros produtivos </strong>de regiões <strong>politicamente mais estáveis</strong>. Em um ambiente internacional marcado pela competição entre grandes potências, a economia deixa de ser apenas instrumento de crescimento e passa a integrar diretamente estratégias de <strong>segurança nacional</strong>.</p>



<p>A quebra do fluxo comercial no <strong>Estreito de Ormuz, </strong>por exemplo, gerou impactos imediatos sobre o <strong>preço internacional do petróleo, seguros marítimos, fretes e expectativas </strong>do mercado financeiro. Ainda que nem sempre haja bloqueios efetivos, a simples instabilidade regional já é suficiente para ampliar a <strong>volatilidade econômica de todo o globo.</strong></p>



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<p><strong>Análise com base no Direito Internacional</strong></p>



<p>A principal <strong>questão</strong> levantada com relação ao <strong>direito internacional</strong> contempla a <strong>efetividade dos blocos multilaterais</strong> para a regulamentação dos conflitos, esses que impactam diretamente o mercado internacional.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;Como lembrado por Dal Maso, ex-advogado cruz vermelhista:&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Uma crise do multilateralismo, enfraquece muito o direito internacional como um todo,&nbsp; porque não&nbsp; há uma bolha, então, ele depende, evidentemente, da cooperação entre estados e depende do fortalecimento das organizações Internacionais[&#8230;] cooperação com a ONU e com o Conselho de Segurança e dos Estados.”</em></p>
</blockquote>



<p>O fator central desses conflitos internacionais envolve a <strong>falta de consenso</strong> ao se tratar das resoluções, Estados dependem da ordem hegemônica para se posicionar, e se abstém das questões quando convém. O que revela uma postura muito característica no cenário internacional, intitulada de <strong>anarquia internacional</strong> dos Estados: os Estados sem se submeterem à uma “polícia universal” gestora da ordem política global, atuam de acordo com seus <strong>próprios interesses unilaterais</strong>. Isso circunscreve a maior dificuldade na resolução desses conflitos: O consenso, desconcertado.&nbsp; Disputas de ordem e de discurso se aliam a esse perfil característico do cenário político atual. E a polarização e a desinformação trabalham para piorar a cooperação internacional.&nbsp;</p>



<p>É nesse cenário de crescente fragmentação geopolítica, que <strong>novas perspectivas</strong> de mercado começam a emergir dentro da economia internacional. Análises recentes da consultoria geopolítica <a href="https://www.gzeromedia.com?utm_source=chatgpt.com" rel="nofollow noopener" target="_blank">GZERO Media</a> apontam que o atual contexto internacional representa uma reorganização estratégica. A lógica predominante deixa de ser exclusivamente baseada em eficiência produtiva e baixo custo, passando a <strong>incorporar fatores como segurança econômica, estabilidade política e resiliência logística.</strong></p>



<p>Esse movimento tem impulsionado tendências como o <em>friendshoring</em> e o <em>nearshoring</em>, estratégias nas quais empresas transferem parte de suas cadeias produtivas para países considerados <strong>politicamente mais confiáveis</strong> ou geograficamente mais próximos. Em vez de depender excessivamente de regiões sujeitas a conflitos militares, disputas comerciais ou tensões diplomáticas, governos e corporações passam a priorizar mercados capazes de oferecer <strong>previsibilidade institucional, estabilidade energética e menor risco geopolítico.</strong></p>



<p>Nesse contexto, <strong>regiões</strong> relativamente <strong>afastadas</strong> dos principais focos de <strong>conflito internacional </strong>ganham <strong>relevância estratégica.</strong> A <strong>América do Sul</strong>, por exemplo, passa a despertar maior interesse econômico por reunir elementos cada vez mais valorizados pelo mercado global: <strong>abundância de recursos naturais, capacidade agroexportadora, reservas energéticas e disponibilidade de minerais críticos</strong> para a transição tecnológica e energética. Além disso, a região apresenta uma característica particularmente relevante no cenário contemporâneo: a ausência de envolvimento direto nas principais disputas militares globais.</p>



<p>O <strong>Brasil</strong> ocupa posição central nesse processo. Além de sua importância no abastecimento global de alimentos, o país também se destaca pela <strong>capacidade energética,</strong> pelo potencial em m<strong>inerais estratégicos</strong> e pela relativa <strong>autonomia diplomática</strong> diante das disputas entre grandes potências. <strong>Chile</strong> e <strong>Argentina</strong> também ganham projeção internacional devido às reservas de <strong>lítio, cobre e gás natural, </strong>recursos fundamentais para setores ligados à tecnologia, infraestrutura e transição energética.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://riuspjr.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-lara-jameson-8828441-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-8834" style="aspect-ratio:1.499330655957162;width:674px;height:auto" srcset="https://riuspjr.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-lara-jameson-8828441-1024x683.jpg 1024w, https://riuspjr.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-lara-jameson-8828441-300x200.jpg 300w, https://riuspjr.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-lara-jameson-8828441-768x512.jpg 768w, https://riuspjr.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-lara-jameson-8828441-1536x1024.jpg 1536w, https://riuspjr.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pexels-lara-jameson-8828441-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A atual reorganização do comércio internacional é extremamente interessante e pode vir a abrir uma janela de oportunidades para as economias emergentes capazes de combinar <strong>estabilidade geopolítica, segurança alimentar e recursos estratégicos</strong>. O ativo econômico agora passa a integrar &#8220;Estabilidade“, redefinindo quais regiões serão mais atrativas para investimentos, produção e integração comercial nas próximas décadas.</p>



<p><strong>Possibilidade de Expansão com a RI USP Jr.</strong></p>



<p><strong>Análise de mercado-alvo, análise burocrática e análise conjuntural</strong> são alguns dos serviços oferecidos pela consultoria <strong>RI USP Jr </strong>para orientar empresas e negócios ao longo dessa nova conjuntura que vem se estabelecendo.</p>
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